Um trabalho realizado com amor e dedicação. É assim que dezenas de meninos e meninas assumem o compromisso de subir ao altar, como coroinhas, para auxiliar os sacerdotes durante as celebrações. Uma vocação, um chamado e uma missão que, assim como as outras, exige compromisso e responsabilidade de quem, aos poucos, inicia uma vida de caminhada na fé.
De acordo com o secretário executivo de pastoral da Arquidiocese de Salvador, padre Lázaro Muniz, o serviço realizado pelos coroinhas é muito mais do que cuidar dos objetos litúrgicos. É, antes de tudo, anunciar o Evangelho. “A Igreja sempre compreendeu que nós, cristãos, devemos nos colocar a serviço. Dentro da liturgia existem ministérios especiais e um deles é o dos coroinhas, que são crianças, adolescentes e jovens que de modo regular servem ao sacerdote dentro da liturgia. O coroinha é alguém que se dedica com amor. Ele deve ter uma vida de espiritualidade, marcada pelo anúncio do Evangelho”, afirma.
Além de estar disponível para Deus e para a comunidade, o jovem interessado em ser coroinha deve estar atento às necessidades da Igreja, saber trabalhar em equipe e procurar viver o que foi ensinado por Jesus. “O ideal é que o coroinha já tenha feito a Primeira Comunhão ou que esteja na catequese. É importante também que ele participe de alguma atividade na paróquia e, principalmente, que tenha uma vida sacramental, ou seja, que após a Primeira Comunhão ele continue caminhando na Igreja e recebendo os outros Sacramentos”, diz padre Lázaro.
Incentivada pela família, a estudante Juliana Varela, de 15 anos, abraçou o serviço desenvolvido pelos coroinhas na Paróquia São João Evangelista, em Mussurunga, poucos meses depois de celebrar a Primeira Comunhão, em 2006. Atualmente, além de auxiliar nas celebrações, a jovem se dedica a outras atividades paroquiais. “Eu participo da Legião de Maria Juvenil e acabei de me crismar. No altar eu sirvo com muito carinho, atenção e responsabilidade. Sou muito feliz por ser coroinha e cada vez me sinto ainda mais empolgada. Ser coroinha foi o primeiro passo para que eu me engajasse, de fato, na minha comunidade”, assevera.

Sou coroinha da Paroquia Deus Menino Engenho Velho de Brotas, e digo que quandoo viramos coroinha criamos um vinculo muito grande com a igreja e aprendemos a amaar ainda mas a Deus.
A Paz, gosto das noticias que vejo dos coroinhas, pena que minha comunidade, não tem muitas atividades com os coroinhas, as reuniões são poucas agora estou de ferias não sei nada que esta acontecendo a nivel paróquial.Mais participo das celebrações sor feliz em serve o altar de Deus fazer o serviço com amor. Diana Gabrielle, Paroq. Menino Jesus de Praga. liberdade
Paz e bem a todos! Sou da Arquidiocese de Feira de Santana (especificamente da Paróquia Santa Clara congregando na comunidade Nossa Senhora de Fátima) sou coroinha, é só aquele que serve o altar sabe o que sente quando estarem uma celebração eucarística. Parabenizo a Arquidiocese de São Salvador por essa inciativa de valorização desses que fazem muito pelo reino de Deus,